Quem sou eu

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As vezes palavras, as vezes silêncio, sou nada e ao mesmo tempo tudo.Impulsiva. Teimosa. Um pouco hipocondríaca. Entre flores e ursinho fofo, sem dúvida chocolate. Movida à musica. Livros. E as vezes para fugir da rotina, eu surto, assim, de leve.

domingo, 19 de setembro de 2010

Discursando

O que escrevo a seguir é um discurso que serve para mim mesma.

O que é prever o futuro, senão fabricá-lo com as próprias mãos?

Adiantar o amanhã e prever o futuro é moldá-lo com atitudes, inspiradas nos mais ousados sonhos. Não consigo lembrar de alguém que realizou seus sonhos sem ter, para isso, passado por todo tipo de obstáculo. E eu me encontro frente a uma muralha que já há algum tempo se coloca em meu caminho. Paredes escorregadias que não se deixam ser escaladas. Obstáculo. O que há do outro lado? Eu não sei, só posso imaginar. Mas não é do meu feitio ficar aqui parada, só imaginando.
Digo isso porque há muito tempo conclui que não existe nada mais valioso do que um objetivo em mente. É, vamos dizer um sonho. O sonho nada mais é do que criar uma expectativa que pode vir a tornar-se uma realidade; o sonho pode assumir qualquer tamanho e forma que conseguirmos imaginar. Uma vez eu comentei com duas pessoas que eu não gostava de sonhar,é, afinal esse negocio de fantasiar demais nunca foi para mim, que sou muito realista. Prefiro conviver com o tangível, nada de muito lúdico, eu seria intensa demais se me permitisse sonhar. E sonhar implica em voo alto, e nada me garante que eu não possa cair...
Eu relaciono o verbo sonhar com fantasia, com surrealismo.
É por isso que eu prefiro um verbo que esteja mais próximo de se tornar real.
Que siga uma linha mais realista e pouco surrealista.
E que dependa mais do meus próprios punhos do que da minha capacidade de imaginar.

"É assustador, mas a cada obstáculo transposto, a gente aprende que – sempre – pode mais. E o sangue que deixarmos espirrar será lembrança eterna do quão longe chegamos."

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